por: Caroline Mendes
Foto: Canva
A placa bacteriana é um inimigo rápido. Em apenas 48 horas, o resto de comida nos dentes do seu cão mineraliza e vira tártaro. Além do "bafo de onça", essas bactérias podem migrar para o coração e rins, causando doenças graves.
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Sabemos que a escovação diária é o padrão ouro, mas na prática é uma batalha estressante que muitos tutores perdem. É aqui que entra o conceito de "Escovação Passiva": usar o instinto natural de roer a favor da limpeza.
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A limpeza ocorre pela fricção mecânica. Ao tentar quebrar um objeto com a textura correta, o dente penetra no material, e esse movimento de "vai e vem" age como uma lixa, raspando a placa acumulada na linha da gengiva.
O segundo agente de limpeza é a própria saliva. O esforço de roer por 20 ou 30 minutos estimula uma produção massiva de saliva, que contém enzimas naturais e equilibra o pH da boca, ajudando a "lavar" as bactérias.
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Além da estética, existe o bônus mental. O ato de roer libera endorfinas e serotonina no cérebro canino. Enquanto ele limpa os dentes, ele também está gastando energia mental, reduzindo a ansiedade e o tédio destrutivo.
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Mas cuidado: nem tudo que é duro serve. Ossos cozidos lascam e perfuram o intestino; pedras ou ossos de nylon muito rígidos podem fraturar os dentes. O mordedor ideal precisa ter uma densidade que "ceda" levemente à pressão.
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Qual é o mordedor milagroso? A Madeira de Café ou o Chifre de Cervo. Diferente de ossos comuns, eles não soltam lascas pontiagudas. Ao serem roídos, soltam fibras macias que agem como fio dental, polindo o esmalte sem ferir.