por: Caroline Mendes
Foto: Canva
Muitos tutores enchem a casa de verde sem saber que montam armadilhas. Plantas comuns no Brasil, lindas aos olhos, escondem mecanismos químicos de defesa que podem ser fatais para pets curiosos e exploradores.
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A Comigo-ninguém-pode e o Copo-de-leite são vilões clássicos. Elas contêm cristais de oxalato de cálcio que funcionam como agulhas microscópicas. A ingestão causa inchaço imediato da glote, levando à morte por asfixia.
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O perigo pode ser sistêmico. A Espirradeira causa paradas cardíacas fulminantes. Já a Palmeira Sagu (Cica) destrói o fígado de forma irreversível, e a Mamona contém ricina, uma toxina potente que causa convulsões.
A moda da "Selva Urbana" exige cautela. A Costela de Adão e a Zamioculca, queridinhas da decoração, são tóxicas. Se mordidas, liberam substâncias que causam queimação intensa nas mucosas, vômito e salivação excessiva.
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O veneno também mora na horta. Cebola, Alho e Cebolinha jamais devem ser dados. Eles contêm compostos que oxidam e destroem os glóbulos vermelhos do cão, causando uma anemia severa e muitas vezes letal.
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Nem a proteção mística escapa. A Espada de São Jorge é tóxica e causa salivação intensa e dificuldade de engolir. Já o Bico-de-papagaio solta uma seiva leitosa que queima a pele e causa lesões oculares (conjuntivite).
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Quais são as perigosas? Todas as citadas acima. Se houver ingestão, corra para o hospital. Não provoque vômito em casa (pode piorar a corrosão do esôfago). Leve uma foto da planta para o veterinário definir o antídoto.