por: Caroline Mendes
Foto: Canva
Em 2026, a causa número um de um cão agitado muitas vezes é a mais simples: tédio acumulado. A falta de passeios e desafios mentais transforma energia estagnada em comportamento destrutivo, especialmente durante a noite.
O emocional pesa tanto quanto o físico. Mudanças na rotina ou novos membros na casa disparam o estresse. A ansiedade de separação faz com que ele chore ou destrua a casa apenas para aliviar o pânico de estar sozinho.
Se a rotina está normal, desconfie de dor física. Cães não falam, eles se agitam. Fique atento a sinais silenciosos como respiração ofegante sem exercício, cauda recolhida entre as pernas ou dificuldade para achar posição.
Tremores que não são de frio ou medo podem indicar falhas no sistema nervoso. Condições como a Síndrome de Shaker ou inícios de quadros epiléticos geram uma agitação súbita motora que o animal não consegue controlar.
A inquietação pode ser um grito de socorro dos órgãos vitais. Se ele não para quieto e está ofegante mesmo em repouso absoluto, isso é um sinal vermelho para insuficiência cardíaca ou dificuldade respiratória grave.
Você é o que você come, e seu cão também. A deficiência de nutrientes específicos, como baixos níveis de triptofano, afeta a produção de serotonina no cérebro, resultando em uma hiperatividade química difícil de acalmar.
O que pode ser? Geralmente é energia ou dor. O divisor de águas é a mudança brusca: se houver recusa de comida, vômito ou isolamento junto com a agitação, corra para o veterinário. Grave vídeos para ajudar no diagnóstico.