por: Caroline Mendes
Foto: Canva
Em 2026, a melancia é a rainha da hidratação, composta por 92% de água. Ela é perfeita para refrescar, mas exige cautela: o excesso de frutose (açúcar) e fibras pode transformar o petisco saudável em uma dor de barriga.
A casca é proibida. Dura e fibrosa, ela é indigesta para o estômago canino. Comer a parte verde pode causar desde vômitos e dores abdominais até obstruções intestinais graves que exigem cirurgia. Use só a polpa vermelha.
Paciência é virtude: remova todas as sementes. Embora pareçam inofensivas, elas não são digeridas e podem se acumular, causando obstrução intestinal, especialmente em raças pequenas. O risco de entupimento não vale a preguiça.
Além de água, você está servindo saúde. Rica em Vitaminas A, C e B6, ela fortalece a imunidade e a função cerebral. O destaque é o Licopeno, um antioxidante poderoso que protege a saúde celular do seu amigo a longo prazo.
Dica de Ouro do Verão 2026: congele os cubos limpos. A melancia congelada vira um "picolé natural" irresistível. Além de hidratar e baixar a temperatura corporal, a textura diferente serve como enriquecimento ambiental.
A regra universal é a moderação. Petiscos (mesmo naturais) nunca devem passar de 10% das calorias diárias. Se seu cão é diabético ou tem intestino sensível, a frutose exige aval veterinário prévio para não desregular a glicemia.
Quanto dar? Siga a regra do porte: Cães pequenos (até 10kg) podem comer 1 a 2 cubos de 3cm. Médios (10-25kg) de 3 a 4 cubos. Cães grandes (+25kg) até 6 cubos. Mais que isso é pedir por uma diarreia desnecessária.