por: Caroline Mendes
Foto: Canva
Em 2026, o asfalto é um vilão térmico. Ele absorve calor e pode atingir 20°C acima da temperatura do ar. Um dia agradável de 25°C pode significar um chão de 50°C, pronto para fritar as patas sensíveis do seu animal.
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O cão avisa com o corpo. Se ele começa a "dançar" trocando as patas, puxa desesperadamente para a grama ou trava e recusa a andar, não é teimosia. É dor física imediata tentando fugir do solo escaldante.
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O relógio é seu aliado. No verão, a regra é clara: evite o intervalo crítico entre 10h e 17h. O sol do meio-dia transforma calçadas em chapas quentes. Prefira o frescor da manhã cedo ou o início da noite.
A escolha do terreno salva vidas. Grama e terra absorvem muito menos calor que concreto, asfalto ou areia. Planeje rotas que priorizem áreas sombreadas e naturais, evitando longos trechos de pavimentação urbana exposta.
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A queimadura pode ser silenciosa. Após o passeio, verifique os coxins (almofadinhas). Vermelhidão intensa, inchaço, bolhas ou descamação indicam lesão térmica grave. Lamber a pata sem parar também é um alerta de dor.
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Se o pior acontecer, aja rápido. Não use gelo direto, pois queima mais a pele sensível. Resfrie as patas com água corrente em temperatura ambiente e corra para o veterinário. Evite receitas caseiras na ferida aberta.
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Como saber se está quente? Faça o Teste dos 5 Segundos. Coloque as costas da mão no asfalto. Se você não aguentar ficar ali por 5 segundos, a pata dele também vai queimar. É a regra de ouro: se dói em você, fere ele.