por: Caroline Mendes
Foto: Canva
O maior perigo reside na mesa de petiscos. Alimentos humanos como chocolate e uvas são tóxicos. O menu deve ser estritamente pet-friendly, com receitas validadas para evitar quadros de pancreatite ou intoxicação aguda.
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Mantenha múltiplas estações de água limpa e fresca. Com a agitação e o calor das festas em 2026, a desidratação ocorre rápido. Água filtrada disponível evita que os cães busquem fontes impróprias ou contaminadas no local.
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Decoração segura é prioridade. Balões que estouram causam pânico e risco de ingestão de látex. Use itens de papel atóxico e posicione-os fora do alcance das bocas, prevenindo obstruções intestinais e sufocamento.
Nem todo cão é sociável sob pressão. O excesso de estímulos sonoros e visuais gera ansiedade. Conheça o perfil dos convidados e crie "zonas de silêncio" para que os pets possam relaxar longe da agitação excessiva da festa.
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Verifique o cercamento total do local escolhido. Portas abertas durante a circulação de pessoas são rotas de fuga. Garanta que o espaço seja "dog proof", sem plantas tóxicas no jardim ou fiações expostas ao alcance.
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Supervisão humana ativa é inegociável. Mesmo cães amigos podem ter conflitos por posse de brinquedos ou comida. Um monitor atento garante que qualquer sinal de tensão seja dissipado antes de virar um acidente grave.
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Como montar sem riscos? A resposta é o Planejamento Biocêntrico. O segredo é unir um cardápio 100% seguro, decoração atóxica e um ambiente controlado que respeite o limite social e de estímulos de cada cão convidado.