por: Caroline Mendes
Foto: Canva
A longevidade canina é influenciada por uma combinação de genética, tamanho corporal e metabolismo, com cães de pequeno porte tendendo a envelhecer de forma mais lenta e gradual do que as raças de porte grande ou gigante.
Manter uma alimentação de alta qualidade é um dos pilares para estender a vida do animal, pois evita a obesidade, condição que sobrecarrega as articulações e aumenta o risco de doenças cardíacas em cães idosos.
Cuidados com a saúde bucal são frequentemente negligenciados, mas infecções severas na gengiva podem permitir que bactérias entrem na corrente sanguínea, atingindo órgãos vitais como o coração e os rins do animal.
Exercícios físicos regulares e check-ups veterinários anuais permitem a detecção precoce de doenças degenerativas, garantindo que o pet mantenha a mobilidade e o bem-estar durante a fase avançada de sua vida.
Os vira-latas, ou cães de raças mistas, costumam apresentar uma resistência notável e longa expectativa de vida, fruto da grande diversidade genética que reduz a probabilidade de desenvolverem doenças hereditárias.
Curiosamente, o Boiadeiro Australiano é uma exceção entre os cães médios; um exemplar da raça chamado Bluey manteve por décadas o recorde mundial de longevidade ao atingir a impressionante marca de 29 anos de idade.
Entre todas as raças, o Chihuahua é o grande recordista de longevidade, apresentando uma média de 14 a 18 anos, embora muitos exemplares bem cuidados consigam ultrapassar a barreira dos 20 anos de vida.