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Quais são os sintomas da displasia coxofemoral em cães?

Quais são os sintomas da displasia coxofemoral em cães Latidos e Lambidas Blog para Cães

Resumo do Conteúdo: Os principais sintomas da displasia coxofemoral em cães são a dificuldade em se levantar (rigidez), relutância em pular ou subir escadas, e um andar “bambo” ou “rebolante”. Além disso, o cão pode mancar, apresentar dor ao toque no quadril e, em casos avançados, ter um “pulo de coelho” ao correr e perda visível de massa muscular nas patas traseiras.

Aquele pulo no sofá, que antes era fácil, agora é feito com hesitação? A princípio, muitos tutores culpam a “idade”. Sobretudo, a relutância em se mover é um dos principais sintomas da displasia coxofemoral em cães. Esta condição ortopédica, um “encaixe frouxo” da articulação do quadril, é dolorosa e progressiva.

Contudo, os cães são mestres em esconder a dor. Eles não vocalizam o desconforto até que seja severo. O sintoma da displasia coxofemoral em cães é muitas vezes silencioso: uma leve rigidez ao acordar, um “rebolado” diferente ao andar.

Primordialmente, o diagnóstico precoce depende da observação atenta do tutor. Este guia detalha exatamente quais são os sintomas da displasia coxofemoral em cães, desde as mudanças sutis no andar até os sinais claros de dor, para que você possa procurar ajuda veterinária antes que a artrose se instale.

Quais são os sintomas de displasia no quadril em cachorros?

Os sintomas da displasia coxofemoral em cães são quase sempre relacionados ao movimento e à dor. A condição é degenerativa, o que significa que os sintomas da displasia coxofemoral em cães pioram com o tempo.

A princípio, os sinais são leves. A dificuldade em se levantar é o mais clássico; o cão parece rígido após ficar deitado, especialmente de manhã ou em dias frios. Além disso, note a relutância em pular (no carro, sofá) ou subir escadas.

A dor ao toque na região do quadril ou na virilha é um sinal claro. O cão pode choramingar ou até tentar morder quando a área é manipulada. A dor também pode aparecer após um exercício mais intenso. Este é um dos sintomas da displasia coxofemoral em cães que os tutores mais demoram a notar.

Às vezes, é possível ouvir estalos (crepitação) vindos da articulação durante o movimento. Para aliviar a dor, o cão pode mudar a postura, sentando-se de lado (com uma perna esticada) ou mantendo o dorso arqueado.

Como anda um cachorro com displasia coxofemoral?

O andar é, talvez, o sintoma da displasia coxofemoral em cães mais fácil de notar. Como a articulação do quadril está frouxa, o cão instintivamente tenta compensar, transferindo o peso para as patas dianteiras.

Isso resulta em um andar “rebolante” ou bamboleante. A traseira do cão balança excessivamente de um lado para o outro. Em casos unilaterais ou com dor aguda, o cão pode mancar (claudicar) de uma das patas traseiras.

Ao acelerar, o sinal clássico é o “pulo de coelho” (bunny hopping). Em vez de alternar as patas traseiras para correr, o cão as move juntas, em um pulo, para impulsionar o corpo e diminuir o impacto individual em cada quadril. Este é um dos sintomas da displasia coxofemoral em cães mais claros.

Quais são os sintomas da displasia canina nas patas traseiras?

A displasia canina afeta diretamente as patas traseiras. A dor e a instabilidade levam ao desuso crônico. O sintoma da displasia canina nas patas traseiras mais visível em casos crônicos é a atrofia da musculatura.

Os músculos da coxa e do quadril ficam visivelmente mais finos e menos desenvolvidos. Em contrapartida, os músculos dos “ombros” (patas dianteiras) podem ficar maiores (hipertrofia), pois estão compensando e carregando a maior parte do peso do corpo.

Por fim, a letargia e a redução da atividade são sintomas claros. O cão associa o movimento à dor. Portanto, ele prefere ficar deitado a participar de brincadeiras. Isso não é “preguiça”, é um dos sintomas da displasia coxofemoral em cães.

Raças Suscetíveis e a Importância do Diagnóstico

Embora os sintomas da displasia coxofemoral em cães possam aparecer em qualquer porte, a doença é primariamente genética e de desenvolvimento, sendo devastadora em raças de porte grande e crescimento rápido.

As raças geneticamente predispostas incluem: Pastor Alemão, Labrador Retriever, Golden Retriever, Rottweiler, Boxer, Dogue Alemão, Pitbull e Pastores Australianos.

O Orthopedic Foundation for Animals (OFA), que monitora a saúde ortopédica de raças puras, mantém estatísticas detalhadas que confirmam a alta incidência nessas raças.

O diagnóstico definitivo dos sintomas da displasia coxofemoral em cães só pode ser feito por um veterinário, através de exames físicos (como o teste de Ortolani) e, crucialmente, Raio-X pélvico. O American College of Veterinary Surgeons (ACVS) detalha que o Raio-X é o padrão-ouro para avaliar o grau da má formação e da artrose.

Conclusão

Em suma, os sintomas da displasia coxofemoral em cães são traiçoeiros, começando como uma simples rigidez matinal ou relutância em pular. Contudo, esses sinais evoluem para o clássico andar “rebolante”, o “pulo de coelho” ao correr, e a visível dificuldade em se levantar após o descanso.

A dor é o sintoma central. A atrofia muscular nas patas traseiras e a letargia não são “sinais de velhice”, mas sim o resultado direto da dor crônica da artrose causada pela instabilidade do quadril. Ignorar os sintomas da displasia coxofemoral em cães permite que a doença progrida, tornando o tratamento mais difícil.

Portanto, ao notar qualquer um desses sinais, não espere. Aja. A consulta veterinária e um Raio-X são os únicos caminhos para um diagnóstico correto. Com o manejo moderno (controle de peso, fisioterapia e medicação), um cão displásico pode ter uma vida longa e de alta qualidade, mas o sucesso depende da sua observação e da detecção precoce dos sintomas da displasia coxofemoral em cães.

FAQ – Sintomas da Displasia Coxofemoral Canina

Quais são os primeiros sintomas da displasia coxofemoral em cães?

Os primeiros sintomas são geralmente sutis, como uma rigidez visível ao se levantar após o descanso (especialmente de manhã) e uma relutância clara em realizar movimentos que antes eram fáceis, como pular no sofá, entrar no carro ou subir escadas.

Como anda um cachorro com displasia?

O andar é um sinal clássico. O cão pode mancar de uma das patas traseiras ou apresentar um andar “bambo” e “rebolante”, balançando excessivamente o quadril. Ao correr, é comum que ele mova as duas patas traseiras juntas, em um movimento conhecido como “pulo de coelho”.

A displasia afeta a musculatura das patas traseiras?

Sim. Em casos crônicos, a dor e o desuso levam à atrofia muscular. As patas traseiras (coxas e quadril) ficam visivelmente mais finas e fracas. Em contrapartida, os “ombros” (patas dianteiras) podem ficar maiores, pois o cão transfere o peso para a frente para compensar a dor.

A displasia coxofemoral causa dor no cachorro?

Sim, a condição causa dor crônica devido à artrose (desgaste da articulação) que ela provoca. O cão pode apresentar dor ao toque na região do quadril ou na virilha, mancar após exercícios ou parecer letárgico. A redução de atividade não é “preguiça”, mas um sinal de dor.

Como é feito o diagnóstico definitivo da displasia?

Embora os sintomas (como o “pulo de coelho”) sejam fortes indicadores, o diagnóstico definitivo só pode ser feito por um médico veterinário. A confirmação exige um exame de Raio-X pélvico, que permite ao profissional avaliar o grau da má formação da articulação e o nível de artrose existente.

Carolina Mendes

Carolina Mendes

Carolina Mendes é especialista em cães, dedicada ao comportamento, bem-estar e adestramento positivo. Com anos de experiência, desenvolve conteúdos educativos que ajudam tutores a compreender melhor seus animais de estimação e fortalecer o vínculo com eles. Atua como consultora e criadora de materiais práticos sobre cuidados diários, saúde e treinamento, sempre priorizando respeito e amor pelos pets. Reconhecida por sua abordagem acolhedora, inspira donos de cães a oferecerem qualidade de vida e equilíbrio aos seus companheiros.

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