por: Caroline Mendes
Foto: Canva
A causa pode ser fisiológica. A ingestão das fezes muitas vezes indica deficiência nutricional ou dificuldade do organismo em absorver nutrientes, levando o cão a buscar reposição instintiva no próprio excremento.
Foto: Canva
Foto: Canva
O uso de punições atrapalha muito. Ao levar bronca por fazer sujeira no lugar errado, o cão associa a raiva do tutor à presença do cocô. Ele passa a comer as fezes para "esconder a prova" e evitar conflitos.
Foto: Canva
O hábito é perigoso para a saúde. As fezes são fontes primárias de contaminação por giardíase e verminoses. Comer o próprio excremento gera um ciclo vicioso de reinfestação constante que debilita o animal.
O primeiro passo é o check-up veterinário. Antes de tentar adestramento, é vital realizar exames de fezes e sangue para descartar vermes ou problemas de absorção, ajustando a dieta caso haja carência.
Foto: Canva
Mude a abordagem educativa. Nunca agrida; premie com petiscos e festa quando ele acertar o local. Evite recolher as fezes na frente dele imediatamente para não gerar uma "disputa" pela posse do objeto.
Foto: Canva
Restringir o espaço ajuda no início. Limitar a área de circulação facilita que o cão entenda onde é o banheiro correto, evitando acidentes pela casa e reduzindo as chances de ele comer as fezes escondido.
Foto: Canva
Como resolver? Uso de Inibidores e Reforço Positivo. A solução definitiva une produtos que deixam as fezes com gosto repulsivo ao fim das punições, ensinando o local correto com carinho e sem traumas.