por: Caroline Mendes
Foto: Canva
Maricá deu um passo emocionante na inclusão: o início da cinoterapia no SAREM II. Mas o que torna o contato com cães tão transformador para crianças neuroatípicas e com deficiência? Descubra a seguir.
A iniciativa é uma parceria entre a Prefeitura e o Batalhão de Ações com Cães (BAC) da Polícia Militar. O objetivo é usar cães treinados como facilitadores no bem-estar físico, emocional e social dos pequenos.
Por que cães? A presença do animal funciona como um estímulo lúdico poderoso. Ele motiva a criança a realizar atividades motoras e de socialização que muitas vezes seriam exaustivas em uma terapia comum.
O serviço conta com uma equipe multiprofissional, incluindo veterinários e profissionais de saúde. Juntos, eles garantem que cada interação seja segura e focada nas necessidades específicas de cada criança atendida.
O cronograma é estruturado: cada criança participa de ciclos de oito encontros semanais, com 30 minutos cada. É o tempo ideal para criar um vínculo de confiança entre o animal e o paciente.
Além da coordenação motora, a cinoterapia trabalha a superação de medos e a comunicação. Para muitas mães, como a do pequeno Anthony Gabriel, a experiência representa uma esperança renovada de evolução.
O segredo do sucesso? A ciência explica que o vínculo com o cão reduz o estresse e aumenta a dopamina. Em Maricá, essa união entre afeto e técnica está transformando o futuro de dezenas de famílias.