por: Caroline Mendes
Foto: Canva
A socialização é a base de um cão protetor saudável. Expor o animal a pessoas e sons garante que ele não sinta medo do desconhecido, evitando ataques por insegurança, que é a principal causa da ferocidade descontrolada.
O controle de obediência deve ser impecável. Um cão que protege sem controle é um risco; a proteção real exige que ele responda ao seu comando de parar ou recuar instantaneamente, mantendo a disciplina sob qualquer pressão.
Estimule a vigilância, não a reatividade. Recompensar o cão por alertar quando alguém chega, mas ensiná-lo a cessar o sinal sob seu comando, cria um filtro de segurança sem gerar um comportamento agressivo crônico.
A confiança no tutor é o pilar central. Se o cão percebe que você está no controle, ele não sentirá a necessidade de tomar decisões agressivas sozinho, agindo apenas como um suporte vigilante e consciente da situação.
Treine a discriminação de ameaças. Ensinar o cão a diferenciar uma visita comum de um comportamento suspeito através de exercícios de foco permite que o instinto protetor seja canalizado de forma inteligente e seletiva.
O equilíbrio emocional evita a ferocidade. Cães com gastos de energia física e mental em dia são menos propensos a descontar frustrações em forma de agressividade contra estranhos ou outros animais durante o passeio.
Como potenciar sem criar um cão feroz? Através da Liderança e do Equilíbrio. A resposta definitiva é focar na obediência e no vínculo; um cão que confia no dono protege por lealdade e vigilância, e não por medo ou instinto de ataque.