por: Caroline Mendes
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Em 2026, a velhice traz a sarcopenia, perda acelerada de massa muscular. O metabolismo desacelera e a absorção de nutrientes cai. Fortalecer não é só dar mais comida, exige uma estratégia tripla: nutrição, mobilidade e mente.
A dieta é o alicerce. Troque a ração comum pela linha Sênior. Ela oferece proteínas de alta qualidade e fácil digestão que mantêm a massa magra sem sobrecarregar os rins. O foco é nutrir o músculo sem intoxicar o organismo.
As juntas precisam de "graxa". Suplementos com Glicosamina, Condroitina e Colágeno Tipo II são obrigatórios. Eles lubrificam as articulações, reduzem a dor da artrose ao levantar e devolvem a mobilidade perdida pelo desgaste.
Parar é enferrujar. O segredo é constância, não intensidade. Troque a caminhada longa por três passeios curtos de 10 minutos. A hidroterapia (esteira na água) é o padrão ouro: fortalece a musculatura sem impacto nos ossos.
O piso liso é o vilão invisível. O esforço constante para não escorregar causa fadiga muscular e dor crônica. Espalhe tapetes antiderrapantes e instale rampas no sofá. Adaptar a casa evita lesões na coluna e poupa energia.
Um corpo forte precisa de um cérebro ativo. A saúde cognitiva evita a depressão e a letargia. Use jogos de faro e brinquedos interativos. Manter a mente alerta estimula o sistema nervoso e a vontade de viver e se movimentar.
O que é bom para fortalecer? Nutrição Sênior + Manejo de Dor. Não existe pílula mágica. O segredo é unir proteína de alta absorção, Ômega-3 anti-inflamatório e exercícios leves. Fortalecer é dar dignidade aos anos finais.