por: Caroline Mendes
Foto: Canva
Em 2026, o xilitol é um vilão silencioso. Presente em chicletes, pastas de dente e manteiga de amendoim "zero açúcar", ele é inofensivo para humanos, mas age como um veneno potente e rápido no organismo canino.
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O erro é metabólico. O pâncreas do cão confunde o xilitol com açúcar real e libera uma onda massiva de insulina (7x o normal). O resultado não é energia, mas uma drenagem violenta da glicose do sangue.
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O primeiro impacto é a Hipoglicemia Grave. Entre 30 e 60 minutos após a ingestão, o açúcar no sangue despenca. O cão fica letárgico, fraco e pode apresentar descoordenação motora, parecendo estar "bêbado".
Os sinais evoluem rápido. Se não tratado, o quadro avança para tremores incontroláveis e convulsões. É uma emergência médica onde cada minuto sem glicose intravenosa aumenta o risco de danos cerebrais permanentes.
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O perigo não acaba na hipoglicemia. Doses maiores causam necrose hepática. Mesmo que ele sobreviva ao choque inicial, o fígado pode falhar entre 24h e 72h depois, causando icterícia (pele amarela) e hemorragias.
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O tempo é inimigo. Não tente receitas caseiras ou induzir vômito sem ordem expressa. Corra para o hospital veterinário. O tratamento exige internação imediata para monitorar a glicemia e proteger o fígado.
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O que ele causa? Morte rápida se não tratado. O xilitol é mais letal que o chocolate. Uma quantidade ínfima (um único chiclete) pode matar um cão pequeno. A única cura real é a prevenção total: leia os rótulos.