por: Caroline Mendes
Foto: Canva
A genética representa apenas uma pequena parcela das causas de neoplasias caninas, enquanto cerca de 90% a 95% dos casos de câncer estão diretamente ligados a fatores ambientais, hábitos e ao estilo de vida do animal.
Manter o peso ideal e realizar exercícios físicos regulares são medidas essenciais, pois a obesidade gera um estado de inflamação crônica no organismo, que é um dos principais gatilhos conhecidos para o surgimento de tumores.
Minimizar a carga tóxica no ambiente do cão, evitando a exposição à fumaça de cigarro, produtos químicos de limpeza pesada e radiação solar intensa em horários de pico, protege o DNA celular contra danos acumulativos.
O uso de superalimentos como brócolis, mirtilos e cúrcuma na dieta oferece antioxidantes potentes e compostos que auxiliam na proteção das células, combatendo radicais livres antes que eles causem mutações malignas.
Consultas veterinárias periódicas e exames laboratoriais frequentes são fundamentais para a detecção precoce de nódulos ou alterações sistêmicas, aumentando drasticamente as chances de sucesso em qualquer intervenção médica.
A castração realizada no momento adequado, conforme orientação profissional, atua como uma barreira preventiva eficaz contra o desenvolvimento de câncer de mama em cadelas e tumores de origem hormonal em cães machos.
Para prevenir o câncer, deve-se priorizar uma dieta de baixo índice glicêmico sem carboidratos simples, focar em proteínas de alta qualidade e manter um protocolo rigoroso de check-ups para controle metabólico e imunológico.